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terça-feira, 16 de julho de 2013

BATE-PAPO: Carol Sabar, autora de "Como (quase) namorei Robert Pattinson" e "Azar o Seu!"

Em Outubro de 2011 entrevistamos Carol Sabar. Na época, a garota de Juiz de Fora estava empolgada com o lançamento de seu primeiro livro Como (quase) namorei Robert Pattinson. Agora, mais de um ano depois, Carol está trabalhando (e viajando) na divulgação de seu novo livro Azar o Seu!, que trás em seu enredo o romance e a comédia característicos da autora. Mesmo com a correria, Carol arranjou um tempinho para conversar com a gente e matar a saudade dos leitores do Verbologia Pink! Confira!



VERBOLOGIA PINK - Como (quase) namorei Robert Pattinson fez um grande sucesso e foi muito bem recebido pelos leitores e leitoras brasileiros. O que mudou na sua vida desde a publicação?

CAROL SABAR - Sim, meu primeiro livro fez bastante sucesso, graças a Deus! O que mudou na minha vida é que agora eu posso afirmar com toda certeza que realizei meu maior sonho. Toda vez que recebo uma mensagem de algum leitor dizendo que adorou o meu livro, eu me sinto nas nuvens, é indescritível, acho que nunca vou me acostumar. Minha vida ficou mais colorida e cheia de emoção.



VERBOLOGIA PINK - Duda ou Bia? Qual das duas se parecem mais com você?

CAROL SABAR - Nenhuma das duas! Na verdade, de todas as personagens que criei até agora, tenho mais semelhanças com a Raíssa, amiga da Bia. Mas posso dizer que também curto Crepúsculo, como a Duda (embora eu não seja tão fanática quanto ela), e sou indecisa e teimosa, como a Bia.
Evento no Rio - Imagens do site da autora



VERBOLOGIA PINK - O que os fãs podem esperar de "Azar o seu!"?

CAROL SABAR - Os fãs podem esperar muitas risadas e muitos suspiros pela linda e fofa história de amor entre Guga e Bia.


As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro já receberam seus eventos de lançamento. Você pode conferir no site da autora tudo o que rolou por lá! Agora, no dia 27 de Julho, os fãs mineiros poderão conhecer (e conseguir um autógrafo!!!) a Carol pessoalmente! Vai rolar um bate-papo (mediado pela maravilhosa Mariana Carvalho, autora de Simplesmente Ana) na livraria Leitura do BH Shopping, em Belo Horizonte. E se você, assim como nós aqui, querem um evento de lançamento na sua cidade, segue a dica da Carol: "Pede pra editora!!!! rsrsrs É a editora que decide para onde vai me levar, de acordo com os pedidos dos leitores!". Todo mundo seguindo @ed_pensamento :)))

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quarta-feira, 26 de junho de 2013

[Entrevista]: Lauren Oliver, autora da série Delírio



[Logo abaixo da versão traduzida da entrevista vocês podem conferir a versão original em inglês] 
[Bellow the translated version of the interview you can check the original english version]
Hey!

Olha só quem é a nossa entrevistada: Lauren Oliver, a autora da série de sucesso "Delírio"! Yay! Quem já leu (e talvez chorou, como nós) os dois volumes já publicados da série, aqui no Brasil, pode conferir o que Lauren nos conta a respeito de "Requiem" o último livro da série. Confira a entrevista!

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Verbologia Pink - Lauren, a série "Delírio" é um grande sucesso aqui no Brasil e em outras partes do mundo. Antes da série ser publicada, chegou por aqui "Antes que eu vá", que também foi muito bem recebido pelos leitores brasileiros. Como é ter pessoas de tão longe amando ler suas histórias e seus personagens?

Lauren Oliver - É inacreditável. Não há nada mais surreal, ou mais gratificante!

VP - O público YA está crescendo muito ultimamente. Na sua opinião, qual foi o fator decisivo para esse grupo estar mais interessado em ler?

Lauren - Acho que as pessoas na indústria editorial já perceberam que o mito de que os adolescentes não liam era completamente falso! Além disso, há um grande lote de YA sendo escrito.

VP - Estamos todos ansiosos para "Requiem"! O que podemos esperar do volume final da série?

Lauren - Muita ação, rebelião e narrativas alternadas! O livro é contado a partir do ponto de vista de Lena e Hana.

VP - Que tal deixar uma mensagem para seus fãs brasileiros?

Lauren - Um enorme obrigado!

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[Versão Original]
Hey!

Look who is our interviewee: Lauren Oliver! The author of the hit series "Delirium." Yay! Who ever read (and maybe cried like us) the two volumes already published in the series, here in Brazil, can check out what Lauren tells us about 'Requiem", the last book in the series, which promise new emotions! Check out the interview!

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Verbologia Pink -  Lauren, the "Delirium" series is a big hit here in Brazil and elsewhere in the world. Before the serie, came here "Before I Fall" which was also very well received by brazilian readers. How is having people from as far away loving reading your stories and your characters?


Lauren Oliver - It's unbelievable. There's nothing more surreal, or more gratifying!


VP - The YA audience is growing a lot lately. In your opinion, what was the deciding factor for this group be more interested in reading?

Lauren - I think people in the publishing industry have realized that the myth that teenagers didn't read was completely untrue! Additionally, there's a lot of great YA being written.

VP - We are all anxious to Requiem! What can we expect from the final volume of the series?

Lauren - A lot of action, rebellion, and alternating narratives! The book is told from both Lena and Hana's point of view.

VP - How about letting a message to your Brazilian fans?

Lauren - Huge thank you!

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Contact Lauren/ Redes sociais e site:
Twitter: @OliverBooks
Livros resenhados - Delírio


segunda-feira, 27 de maio de 2013

[Entrevista] J. A. Redmerski, autora de "Entre o Agora e o Nunca"

[Logo abaixo da versão traduzida da entrevista vocês podem conferir a versão original em inglês] 
[Bellow the tranlated version of the interview you can check the original english version]

Muito chique minha gente!
Olha só quem é nossa entrevistada de hoje... J. A. Redmerski! Sim, sim, sim! A autora de "Entre o Agora e o Nunca" arranjou um tempinho pra gente e foi super simpática e atenciosa ao falar de seu trabalho de deixar um recadinho para os fãs brasileiros. Confiram!



Verbologia Pink - Em "Entre o Agora e o Nunca" os protagonistas se conhecem em um Greyhound. De onde surgiu a ideia de colocar Cam e Andrew em um ônibus?

J. A. Redmerski - Eu realmente já andei muito nos ônibus Greyhound e até mesmo escrevendo, era inevitável que Camryn iria acabar em um também. A viagem de ônibus,  embora longa e desgastante, é uma forma diferente para qualquer pessoa de estar consigo mesma, principalmente se for sozinha.


Verbologia Pink - Muitas meninas estão apaixonadas pelo Andrew aqui no Brasil. Você imaginou que sua história iria agradar e alcançar tantas pessoas no mundo todo?

J. A. Redmerski - Eu mesma me apaixonei pelo Andrew, e fui eu quem o criou :-) Eu realmente não tinha ideia de que Andrew, ou "Entre o Agora e o Nunca" seria amado por tantas pessoas. Eu esperava que as pessoas gostassem da história, da maneira como a contei, mas não imaginava o alcance que ela teria.


Verbologia Pink - No livro, você aborda questões como o câncer, bebida e direção e morte. Qual é a importância de lidar com assuntos mais sérios com o público YA?

J. A. Redmerski - Bem, "Entre o Agora e o Nunca" está no gênero YA , voltado para leitores de aproximadamente 18-25 e eu acho que é um momento crucial na vida de uma pessoa, quando questões como a embriaguez ao volante, por exemplo, são mais que um risco. Eu não tinha a intenção de dar lições ou focar essas questões quando escrevi "Entre o Agora e o Nunca",  mas se alguém guardou algo dele em seu coração, então isso é bom. Tanto quanto as questões com a morte e a doença, que não creio que sejam tópicos voltados só pra essa idade.


Verbologia Pink -Nós vimos a capa (maravilhosa) de "The Edge of Always" e estamos ansiosos por qualquer informação! Você pode dizer algo? Só um pouquinho?

J. A. Redmerski - Há um trecho do sneak peak flutuando na blogosfera, que é realmente a única coisa que  posso revelar agora. Eu vou dizer, porém, que em "The Edge of Always" há, definitivamente, muito mais da diversão aventureira e sexy de Camryn e Andrew que no primeiro livro!  :-)


Verbologia Pink - Para terminar, os seus fãs no Brasil estão ansiosos pelo segundo livro e uma mensagem sua. O que gostaria de dizer aos nossos leitores que acompanham seu trabalho?

J. A. Redmerski - Eu quero dizer que me mantive fiel com Camryn e Andrew na sequência e permiti que eles vivessem livres, mesmo ao lidar com a dor e o sofrimento. Espero que o ditado: "Os casais que se destinam a ficar juntos são os que passam por tudo o que é feito para separá-los e saem ainda mais fortes do que eram antes" (Autor desconhecido), realmente venha à mente das pessoas que forem ler"The Edge of Always" :-)


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[Versão Original]

Very chic people!
Look who is our interviewee today ... J. A. Redmerski! Yes, yes, yes! The author of  "The Edge Of Never" got a little time for us and was super friendly and helpful to talk about their work leaving a wink to the Brazilian fans. Check it out!


Verbologia Pink - In "The Edge Of Never" the protagonists are known on a Greyhound. Where did the idea of putting Cam and Andrew on a bus?

J. A. Redmerski - I've actually rode on a Greyhound bus many times and I guess as I was writing, it was inevitable that Camryn would end up on one too. A bus ride, while although long and exhausting, is a strange way for any person to be at one with themselves, especially when you set out on one alone.


Verbologia Pink - Many girls are in love with Andrew here in Brazil. You imagined that your story was pleasing and reach people around the world?

J. A. Redmerski - I fell in love with Andrew as I wrote him! :-) I really had no idea that Andrew, or THE EDGE OF NEVER would be loved by so many people. I had hoped the story would catch on and people would enjoy it as much as I did as I wrote it, but I never imagined the scale of success the book has had.


Verbologia Pink - In the book, you address issues such as cancer, driving inebriates and death. What is the importance of dealing with more serious topics with the young adult audience?

J. A. Redmerski - Well, THE EDGE OF NEVER is in the New Adult genre, targeted for readers of approximately 18-25 and I think that is a crucial time in a person's life when issues like drunk driving, for example, are more of a risk. I didn't set out to teach any lessons or to preach issues when I wrote THE EDGE OF NEVER, but if someone took something from it to heart then that's good. As far as issues with death and disease, I don't think those are really age-specific in any sense.


Verbologia Pink - We've seen the cover (wonderful) "The Edge of Always" and look forward to any information! Can you tell, just a little?

J. A. Redmerski - There is a sneak peak excerpt floating around the blogosphere and that's really the only thing I can reveal right now. I will say, however, that in THE EDGE OF ALWAYS there will definitely be more of the fun-loving, adventurous and sexy Camryn and Andrew like everyone read in the first book! :-)


Verbologia Pink - To conclude, your fans in Brazil are looking forward to the second book and a message. What I would tell people here that accompany your work?

J. A. Redmerski - I want to say that I stayed true to Camryn and Andrew's characters in the sequel and allowed them to live free while dealing with pain and hardship. I hope that the saying: "The couples that are meant to be are the ones who go through everything that is meant to tear them apart and come out even stronger than they were before." (author unknown), really comes to mind when people read THE EDGE OF ALWAYS. :-)

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Contact Jessica/ Redes sociais e site:
@JRedmerski
http://jessicaredmerski.com/
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sábado, 12 de janeiro de 2013

[Entrevista]: Deb Caletti, autora do livro "Um lugar pra ficar"


[Logo abaixo da versão traduzida da entrevista vocês podem conferir a versão original em inglês]
[Bellow the tranlated version of the interview you can check the original english version]

Sim pessoas! Trazemos para vocês uma super hiper entrevista! A nossa convidada de hoje é Deb Caletti, autora do livro "Um lugar para Ficar"  publicado por aqui ela Editora Novo Conceito. Nossa primeira entrevistada do ano é uma super fofa! Muito simpática e atenciosa Deb falou com muito carinho para vocês que são fãs dela por aqui. Aproveitem!

VERBOLOGIA PINK - Oi Deb! Seu livro "Um lugar para ficar" tem sido muito comentado aqui no Brasil. O tema é forte e universal, algo assim pode acontecer com qualquer garota. Ao escrever, você imaginou que pessoas de outros países poderiam ler e se identificar com Clara e seu problema?

DEB - Sim, com certeza, porque a história de Clara, pode acontecer a qualquer um, em qualquer país. Homens ciumentos (e mulheres) são iguais, não importa onde eles vivem. Ter um relacionamento com alguém assim segue padrões muito previsíveis, independentemente da nacionalidade. E, independentemente da nacionalidade, é um relacionamento que vai fazer você se sentir pequeno, impotente e preso. Estou certo de que há homens e mulheres em todos os lugares que sofreram isso. E espero, também, que as mulheres e homens em todos os lugares possam ler meu livro e compreender os sinais de alerta.

VERBOLOGIA PINK - Você se inspirou em alguém para escrever a história de "Um lugar para Ficar"? Como foi trabalhar um tema tão forte para jovens leitores?

DEB - Eu estava inspirada para escrever "Um lugar para Ficar" principalmente depois de ver tantos livros pregando o "caras-intensos-são-românticos". Hmm... um livro de vampiros em particular me vem à mente. Preocupava-me que as meninas (e os meninos, também), estavam sendo alimentados com uma mensagem de que a possessividade e obsessão eram uma maneira de um cara mostrar o quanto ele te ama. Mas este tipo de relacionamento não tem nada a ver com amor, e tudo a ver com uma pessoa controladora e insegura. Eu queria mostrar como esse tipo de relacionamento REALMENTE é. Não há nada de romântico nisso!

Escrever livros para jovens leitores é maravilhoso. Eu escrevi nove livros para adolescentes até agora (vários dos quais devem ser publicado no Brasil em breve). Eu sempre amei a honestidade dos meus leitores jovens, e a honestidade deles exige de mim como escritora. Mas, meus livros são lidos por pessoas de todas as idades. Eu tenho muitos leitores novinhos, e muitos que são muito mais velhos, também.

VERBOLOGIA PINK - Qual é o seu ritual pra escrever?

DEB - Eu gosto de escrever logo depois de sair da cama. Eu acordo, corro para a cafeteira, e levo a minha xícara de volta ao meu quarto. Em seguida, verifico meus E-mails mais urgentes.  E, uma confissão: eu quase sempre têm um cookie ou dois para sentir que o dia de escrita começou. Também costumo me subornar com chocolates. Eu costumo levar cerca de nove meses para obter as páginas iniciais de um livro, e então eu levo cerca de três meses mais para editá-lo.

VERBOLOGIA PINK -Você está trabalhando em algum projeto novo?

DEB - Eu tenho um romance para adultos que deve sair em Maio chamado "Ele se foi", sobre uma mulher que acorda e descobre que seu marido desapareceu. Os direitos do livro já foram comprados no Brasil - YAY! - então fiquem atentos. Também estou escrevendo um novo livro para leitores mais jovens chamado The Last forever. Mas, a história ainda é um segredo. ☺


VERBOLOGIA PINK - Você tem muitos fãs no Brasil (inclusive nós). Gostaria de enviar uma mensagem para aqueles que aguardam ansiosos por mais de seus livros aqui?

DEB - Eu gostaria de enviar uma grande mensagem de agradecimento a todos vocês. Fiquei tão emocionada com o número de blogueiros brasileiros que escreveram sobre "Um lugar para Ficar"! Eu realmente gostaria de saber português para que eu pudesse lê-los! Fico feliz em saber que todos estão aíestão lendo as palavras que eu criei aqui. Por meus livros encontarem lares no Brasil, eu sou uma mulher de sorte. Por favor, esperem mais de meus livros, que estarão chegando em breve pela Editora Novo Conceito. Apesar de eu não ter informações sobre as datas de lançamento, por favor, sinta-se livre para contatá-los, para que eles possam informar mais. Uma coisa é clara, I LOVE BRASIL! ☺

*breaking news* ~ em fevereiro a Novo Conceito lança mais um livro da Deb "Honey, Baby, Sweetheart" (aqui: "Meu amor, meu bem, meu querido"). A história gira em torno de Ruby McQueen uma garota tímida que vai passar por poucas e boas em um clube de leitura. Promete!


[Versão Original]

Yes people! We bring to you today an interview super hyper! Our guest today is Deb Caletti, author of "Stay" published by Editora Novo Conceito it here. Our first interviewee of the year is super cute! Very friendly and helpful Deb spoke with great affection for you that are fans of it here. Enjoy it!

VERBOLOGIA PINK- Hi Deb! "Stay" has been much discussed here in Brazil. The theme is strong and universal, something like this can happen with any girl. While writing, you imagined that people from other countries could read and identify with Clara and her problem?

DEB - Yes, definitely, because Clara’s story can happen to anyone, in any country. Jealous men (and women) are alike, no matter where they live.  Having a relationship with someone like that follows very predictable patterns, regardless of nationality.  And, regardless of nationality, it’s a relationship that will make you feel small, powerless, and trapped.  I am certain there are both women and men everywhere who have experienced this.  And I hope, too, that women and men everywhere can read my book and understand the warning signs.

VERBOLOGIA PINK - Are you inspired someone to write the story of "Stay"? How was it working like a theme for young readers?

DEB - I was inspired to write STAY primarily after seeing so many “intense guys are romantic” books.  Hmm – a particular VAMPIRE book comes to mind.  It worried me that young women (and young men, too), were being fed a message that possessiveness and obsession were a way that a guy shows how much he loves you.  But this kind of relationship has nothing to do with love, and everything to do with a controlling, insecure person. I wanted to show what that kind of relationship REALLY looks like.  There is nothing romantic about it!

Writing books for young readers is wonderful.  I’ve written nine books for teens now (several of which should be published in Brazil SOON).  I’ve always loved the honesty of my teen readers, and the honesty they require of me as a writer.  But my books are read by people of all ages.  I have many readers in there twenties, and many who are much older, too.

VERBOLOGIA PINK - What is your ritual when writing?

DEB - I like to write as soon after getting out of bed as I can.  I wake up, head for the coffee pot, and bring my cup back to my room, checking for urgent email before settling in.  And, a confession – I almost always have a cookie or two to get the writing day started.  I have also been known to bribe myself with chocolates if necessary.  I usually take about nine months to get the initial pages of a book written, and then I take about three more months to edit it.

VERBOLOGIA PINK -Are you working on any new project?

DEB - I have a novel for adults coming out in May called HE’S GONE, about a woman who wakes up to find that her husband has disappeared.  The rights to the book have been bought in Brazil – YAY! - so keep a watch for it.  I am also writing a new book for younger readers called THE LAST FOREVER.  But – the story is still a secret.☺


VERBOLOGIA PINK - You have many fans in Brazil (including us). I would like to send a message to those who await anxious for more of your books here?

DEB - I would love to send a big message of thank you to all of you.  I have been so thrilled to see the number of bloggers writing about STAY.  I only wish I could speak Portuguese so I could read them!  It makes me happy to know you all are over there reading the words I created over here.  For my books to have a home in Brazil – I am a lucky woman.  Please keep a watch for many more of my books, which hopefully will be out soon from Editora Novo Conceito.  While I don’t have information about release dates, please feel free to contact them, as they may be able to provide that information.  One thing is clear, I LOVE BRAZIL. ☺

Contact Deb:
Facebook
Twitter
http://debcaletti.com/

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

[ENTREVISTA]: Kiera Cass, autora da série "The Selection"

[Logo abaixo da versão traduzida da entrevista vocês podem conferir a versão original em inglês]
[Bellow the tranlated version of the interview you can check the original english version]


Hey! Olha só o que nós trouxemos pra vocês.
A autora da série distópica de sucesso "A Seleção", que pode virar série pela CW, Kiera Cass nos concedeu uma entrevista falando sobre sua carreira como autora e seus livros! Confiram!


Verbologia Pink - Sua série está alcançando um sucesso mundial enorme. Em seu site, que é muito legal, vimos que você estudou muitas coisas para chegar onde está hoje. Quanto de teatro, dança, história e a carreira de esposa e mãe você coloca em suas histórias?

Kiera Cass - Eu acho que a criação de outras formas ajuda com a escrita. Sentado na frente de uma tela de computador você fica envolvido por tanto tempo! Fazendo vídeos e coreografando apenas me mantém em uma atitude criativa. Além disso, estudar História foi muito bom para mim. Eu só estudei histórias da vida real, e isso fez de mim uma grande pesquisadora. Então, tudo flui para as histórias de uma forma ou de outra.

VP - Foi publicado em seu site a capa de "A Elite", a sequência da história da América. O que podemos esperar do segundo livro? Pode dizer-nos alguma coisa?

Kiera - Bem, eu ainda não posso dizer muito, mas "A Elite" é um pouco mais dark do que "A Seleção". Eu estive divulgando sneak peeks no twitter, então siga-me para obter mais novidades!

VP - Qual é o seu ritual para escrever?

Kiera - Bem, eu costumo trabalhar fora de casa se ​​eu puder. Eu não tenho a minha própria mesa em casa. Mas, como acabei de ter um bebê, então eu tenho que ficar em casa para cuidar dela também. Esses dias, tenho que me dividir e escrever sempre que posso. Não é o ideal, mas isso é a minha vida! Bebês e livros e tempos de louco!

VP - O que você anda lendo ultimamente?

Kiera - Eu acho que a última coisa que li foi "Crash and Burn" do Michael Hasaan, que será lançado em Março. Antes disso eu li "The Fault in Our Stars" [A Culpa é das estrelas] do John Green. Ambos livros difíceis de seu próprio jeito, mas estou feliz de tê-los lido.

VP Aqui no Brasil você tem muitos fãs. O que você gostaria de dizer para aqueles que são leitores do nosso blog, que amam o seu trabalho?

Kiera - OBRIGADO! Até agora, todos os contatos que eu tive com alguém do Brasil foram tão entusiasmados e doces! Vocês são os melhores fãs, então muito obrigado!


[Versão Original]


Hey! Look what we brought to you.
The author of the dystopian series of successful "Selection", which can turn the CW series, Keira Cass granted us an interview talking about his career as an author and her books! Check it out!

Verbologia Pink - Your series is reaching a huge success worldwide. On your website, which is really cool, we saw that you studied many things to get where you are today. As for theater, dance, history and career of wife and mother you put in your stories?

Kiera Cass - I think creating in other forms helps with writing. Sitting in front of a computer screen is only engaging for so long! Making videos and choreographing dances just keeps me in a creative mindset. Also, studying History was very good for me. I just studied real life stories, and it made me a great researcher. So, it all pours into the stories in some way or another.

VP - It was published on your website the cover of "The Elite" following the history of America. What can we expect from the second book? Can you tell something to us?

Kiera - Well, I can't say much yet, but The Elite is a bit darker than The Selection. I've been giving out sneak peeks out on twitter, so follow me to get bits and pieces early!

VP - What is your ritual when writing?

Kiera - Well, I usually work outside of the house if I can. I don't have my own desk at home. But I just had a baby, so I have to stay at home to take care of her too. These days, I just squeeze writing in whenever I can. It's not ideal, but that's my life! Babies and books and crazy times!

VP - What have you been reading lately?

Kiera - I think the last thing I read was Crash and Burn by Michael Hasaan, which will be out next March. Before that it was The Fault in Our Stars by John Green. Both difficult reads in their own ways, but I'm glad I read them.

VP - Here in Brazil has its many fans. What would you like to say to those who are readers of our blog, that love your job?

Kiera - THANK YOU! So far, every contact I've had with someone from Brazil has been so enthusiastic and sweet! You guys are the best fans, so thanks!

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Follow: @kieracass

quarta-feira, 20 de junho de 2012

ENTREVISTA: Barbara Freethy, autora de "Tudo o que ela sempre quis"

[Logo abaixo da versão traduzida da entrevista vocês podem conferir a versão original em inglês]
[Bellow the tranlated version of the interview you can check the original english version]

Todo jovem escritor precisa de alguém que os impulsione, alguém que dê um "empurrãozinho" na carreira. Para nossa entrevistada de hoje, essa pessoa foi sua própria mãe.
Barbara Freethy, autora Best Seller nos EUA, chega ao Brasil através de seu romance cheio de mistério "Tudo o que ela sempre quis" (NOVO CONCEITO) e nos prova que o incentivo valeu a pena. Aproveitem! :)


VERBOLOGIA PINK - Oi Barbara! Então, seu livro "Tudo o que ela sempre quis" acaba de chegar ao nosso país e temos lido muitos comentários positivos sobre ele. Um dos pontos mais falados é a mistura de romance e mistério. Como surgiu a idéia para a história?

BARBARA - Estou tão feliz que todos estejam desfrutando de "Tudo o que ela sempre quis". Eu queria escrever um livro que era uma mistura de romance e mistério, porque esse é o meu tipo favorito de história! A idéia veio realmente de minhas próprias experiências. Enquanto eu estava na faculdade, entrei para uma irmandade. Nos EUA, uma irmandade é um clube social. As garotas vivem juntas em uma casa grande e é muito divertido. Tínhamos uma plataforma no telhado, no topo da casa da irmandade, onde eu praticamente vivia e que era a minha inspiração para o acidente/assassinato que é a base do enredo. Então, usei algumas das minhas experiências com meus amigos durante esse período da minha vida para me dar uma boa base para escrever esta história.

VP - Em "Tudo o que ela sempre quis" temos a história de um grupo de amigos unidos como uma família. Você se inspirou em algum de seus amigos para construir a história?

BARBARA Eu não estava inspirada por ninguém em particular, mas apenas a idéia de ter quatro amigos que se amam, mas talvez realmente não conhecem uns aos outros assim como eles pensam. A morte de uma das meninas afeta cada um de uma forma diferente e anos mais tarde, eles têm de chegar a um acordo com o que realmente aconteceu com sua amiga e também com amizade que foi perdids com a morte dessa amiga.

VP - Ainda falando do livro, qual das garotas é a amai parecida com você... Emily, Natalie, Laura, ou Madison?

BARBARA Acho que sempre tem pedaços de mim em cada personagem. Eu sou provavelmente mais parecida com Natalie, que é a heroína do livro. Mas eu poderia achar pontos em comum com cada uma delas, amei descrever cada uma.


VP - Em seu site, você diz que a maior motivadora de sua carreira foi sua mãe. É essencial para um jovem autor recebeu o incentivo da família? O quanto ela foi importante para sua carreira?

BARBARA Sim, minha mãe foi a pessoa que me incentivou a ler quando criança. E depois, ela foi minha inspiração para começar a escrever. Eu acho que é maravilhoso ter o apoio da família. Meu marido também é um grande apoiador da minha carreira. Ele não se envolve no processo de escrita, mas ele me ajuda a encontrar tempo para escrever quando as obrigações da família tentam ficar no caminho.

VP - Vários de nossos leitores têm o sonho de se tornar escritores. Que conselho você considera essencial para dar a eles?

BARBARA Meu conselho é só começar a escrever. E uma vez que você escreveu 20-50 páginas, você saberá o que você precisa aprender para fazer a sua escrita melhor. Então, eu gostaria de sugerir que encontrasse grupos de escritores, ou procurar aulas de escrita. É importante que os novos escritores entendam que nem todo mundo vai gostar de seu livro, não importa o quão bom ele seja. Então, você não pode receber críticas pessoais. Você tem que escrever o que você gosta e trabalhar tão duro para torná-lo tão bom quanto ele pode ser, e então você tem que deixar o seu livro ir para o mundo. A coisa mais importante é continuar escrevendo. Quando você terminar um projeto, comece outro. Você vai ficar melhor e melhor quanto mais for escrevendo!

VP - Para aqueles que ainda não leram "Tudo o que ela sempre quis" ... por que eles deveriam ler o livro?

BARBARA Espero que leiam o livro porque é divertido. Há um romance forte, um mistério interessante para desvendar, e uma subtrama linda sobre garotas e amizade.

VP - Obrigado por esta entrevista Barabara. Nós estamos esperando que seu livro seja um grande sucesso aqui no Brasil! :)

BARBARA Obrigado por me entrevistar. Estou tão feliz que meu livro chegou ao Brasil e espero que os leitores gostem.


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Every young writer needs someone to give a "boost" in their careers. For our interview today, that person was her own mother. Barbara Freethy, author of bestseller in the U.S., arrived in Brazil through its novel full of mystery "All she ever wanted" (NOVO CONCEITO) and proves that the incentive was worth it. Enjoy! :)


VERBOLOGIA PINK Hi Barbara! So, your book "All she ever wanted" just come to our country and we have read many positive reviews about it. One of the most talked about is the mix of romance and mystery. How did the idea for the story?

BARBARA I am so happy that everyone is enjoying ALL SHE EVER WANTED. I wanted to write a book that was a blend of romance and mystery, because that's my favorite type of story. The idea actually came from my own experiences. While I was in college, I joined a sorority. In the U.S., a sorority is a social club. Women live together in a big house and it's a lot of fun. We had a roof top deck on the sorority house that I lived in and that was my inspiration for the accident/murder that is the basis of the plot. So I used some of my experiences with my friends during that period of my life to give me a good background for writing this story.


VERBOLOGIA PINK - In "All she ever wanted" we have the story of a group of friends together as a family. Are you inspired by any of your friends to construct the story?

BARBARA I was not inspired by anyone in particular but just the idea of having four friends who love each other but maybe don't really know each other as well as they think they do. The death of one of the girls affects them each in a different way and years later they have to come to terms with what really happened to their friend and also to the friendship that was lost with that one friend's death.


VERBOLOGIA PINK - Still speaking of the book, which girl would you say is more like yourself ... Emily, Natalie, Laura, or Madison?

BARBARA I think I always have pieces of me in each character. I'm probably the most like Natalie, who is the heroine of the book. But I could relate to each of their stories and I loved making each of them a unique character.


VERBOLOGIA PINK - On your website, you say that the greatest motivator of your career was your mother. It is essential for a young author received encouragement from family? How important was it for you?

BARBARA Yes, my mother was the person who encouraged me to read as a child. And later she was my inspiration to start writing. I think it's wonderful to have family support. My husband is also a big supporter of my writing.  He doesn't get involved in the writing process but he helps me find the time to write when other family obligations try to get in the way.

VERBOLOGIA PINK -  Several of our readers have the dream of becoming writers. What advice do you consider essential to give them?

BARBARA My advice is to just start writing. And once you've written 20-50 pages, you'll know what you need to learn to make your writing better. Then I would suggest finding writer's groups or taking classes on the craft of writing to help you create better books. It's important for new writers to understand that not everyone will like your book no matter how good it is. So you can't take criticism personally. You have to write what you love and work as hard as you can to make it as good as it can be and then you have to let your book go into the world. The most important thing is to keep writing. When you finish one project, start another. You will get better and better the most you get involved in the process of writing.

VERBOLOGIA PINK - For those who have not read "All she ever wanted" ... why they should read the book?

BARBARA I hope they'll read the book because it's entertaining. There's a strong romance, an interesting mystery to unravel, and a lovely subplot about women and friendship.


VERBOLOGIA PINK - Thank you for this interview Barabara. We are hoping that his book is a huge success here in Brazil! :)

BARBARA Thanks for interviewing me. I'm so happy that my book has made it to Brazil and I hope the readers will enjoy it.


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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ENTREVISTA: Sophia Bennett, autora da série "Linhas"

[Logo abaixo da versão traduzida da entrevista vocês podem conferir a versão original em inglês]
[Bellow the translated version of the interview you can check the original english version]


Autora da incrível série de livros "Linhas", Sophia nos conta que antes de ser escritora, quando criança, já pensou em ser ginasta olímpica! Fala um pouco sobre seu novo livro "The Look" e que o caminho até se tornar uma escritora pode ser difícil, mas com empenho tudo dá certo no final. Sophia é super simpática e nós amamos entrevistá-la! Confiram!

VERBOLOGIA PINK - Quando você percebeu que queria ser uma escritora?

Sophia Bennett - Eu quase sempre quis ser uma escritora. Quando eu tinha uns seis ou sete anos eu queria ser uma ginasta olímpica, mas isso nunca iria acontecer. Eu estava sem esperança - mas sempre fui boa em leitura. A partir dos 10 ou 12 anos eu queria ser capaz de escrever livros que um dia seriam tão bons como os meus favoritos - clássicos ingleses como “Ballet Shoes” e “O Jardim Secreto". Eu estudei línguas na universidade e trabalhei em um monte de empregos diferentes, depois disso, mas eu estava sempre esperando pela oportunidade de escrever. Demorei dez anos de tentando até chegar a publicar “Linhas”. Mas valeu a pena a espera.

VP - Qual é o seu ritual na hora de escrever?

Sophia - Ele varia. Eu gostaria de ter uma norma mais rigorosa. No verão, eu tento ir para o meu barracão ou na biblioteca local e trabalho. No inverno, costumo fazê-lo enfiada na cama! Sempre releio o que eu escrevi no dia anterior e faço alterações. Não consigo trabalhar bem até perto da hora do almoço, e pelas 5 da tarde a minha cabeça já está cheia de personagens e histórias - que é quando eu tenho que parar para fazer chá para os meus meninos! Mas na verdade isso é uma coisa boa, porque significa que eu mal posso esperar para voltar para os meus personagens no dia seguinte.

VP - Aqui no Brasil temos publicado os dois primeiros volumes da série "Linhas". Como surgiu a história de Nonie, Edie, Jenny e Crow?

Sophia - Como é que eu tive a idéia para a história? A idéia de Crow - uma garota que era um designer de moda em segredo - me veio do nada. Eu sempre fui fascinada por roupas e moda, assim eu queria escrever sobre isso. Então, muito mais tarde, vi um cartaz no metrô de Londres falando sobre os “Night Walker” (crianças que caminham de cidade em cidade, no meio da noite, para não serem pegos e forçados a levar uma vida violenta) em Uganda, e eu percebi que eu queria escrever sobre eles também. Originalmente, havia três garotas na história, mas eu queria um quarteto e assim, surgiu Jenny: a menina que começa a usar as roupas. Jenny é uma das minhas personagens favoritas para escrever, porque ela é muito teimosa e nem sempre faz o que ela diz (como eu). Eu queria que ela estrelasse uma capa da Vogue, por exemplo, e ela simplesmente não faria. O segundo volume da série foi algo emocionante de escrever, porque eu queria destacar a situação das crianças escravas que são forçados a fazer roupas baratas para ganhar quase nada. O terceiro livro tem um tema completamente diferente. Acho que vai ser uma grande surpresa para os fãs da série. Espero que eles gostem!

VP - A história da série "Linhas" apresenta, além do fabuloso mundo da moda, questões sociais de forma suave e emocionante e ao mesmo tempo mostrando a sua importância para o leitor. Qual é a sua opinião sobre a importância dessas questões para os jovens?

Sophia - Eu me senti encorajada a escrever sobre estes temas porque eu sou um pouco como a Edie, ou seja, eu me importo muito com eles. Tenho quatro filhos e quando contei a eles sobre os Night Walker ficaram horrorizados e também queriam ajudar. Percebi que somos todos iguais: nós amamos o brilho e o glamour do Oscar, mas também nos preocupamos com a guerra e a pobreza na África. Desde que eu escrevi a série, recebo e-mails de jovens fãs o tempo todo me dizendo o que eles estão fazendo para arrecadar dinheiro para caridade e me pedindo ideias. Eu estou tão impressionada com seu compromisso, e tão orgulhosa deles. O que eu também amo é a descoberta de que os jovens são muito importantes e influentes para as grandes empresas de varejo, como a Zara e a Nike, por exemplo. Se eles perceberem que seus clientes não vão fazer compras com eles até que operem práticas justas, então eles mudariam seus caminhos e se tornariam mais éticos. Vocês são mais poderosos do que imaginam!

VP - Além disso, falando da série "Linhas", nós aqui no Brasil estamos esperando ansiosamente  o terceiro livro da série, o que você pode nos dizer sobre o ele?

Sophia - Eu não sei ainda como o terceiro livro será chamado no Brasil, mas em Inglês é  'Sequins Stars and Spotlights' . O humor neste livro é um pouco diferente, porque Nonie, Edie e Jenny estão se aproximando de seus exames escolares finais e Nonie finalmente percebe que ela tem que trabalhar duro e se concentrar! Crow, como sempre, está florescendo no mundo da moda e Nonie está preocupada que ela não consiga se manter. Enquanto isso, Jenny tem a chance de estrelar um musical nos EUA, e Edie tem suas próprias aventuras. Três personagens que são muito queridas para mim encontram o amor neste livro, e eu gostei de escrever suas histórias. Chorei um pouco no último capítulo. Espero que meus leitores também, mas, de um jeito positivo.

VP - Vimos em seu site que a série de livros vai para a TV, como vai este projeto?

Sophia - O problema com projetos de TV e cinema é que um monte de pessoas precisam estar envolvidas, e pode levar meses ou anos para que saia do papel. Acabei de ouvir que a série de TV ainda está indo definitivamente à frente, mas eu não sei quando será filmado. Eu ainda estou esperando para saber mais. Espero que seja logo, porque eles são um talentoso grupo de pessoas e estou realmente ansiosa para trabalhar com eles.

VP - Nós aqui no blog estamos divididas entre Edie e Jenny! Das quatro protagonistas da história, você poderia escolher um?

Sophia - Isso é tão interessante! Edie é mais como eu, Jenny é a mais imprevisível e divertida de escrever, Crow é a mais talentosa e especial, mas acho que talvez o meu personagem favorito é Nonie, porque ela é tão alegre e otimista, e sempre tão leal a seus amigos . Eu gostaria de ser mais parecida com ela algumas vezes.

VP - Estamos torcendo para que "The Look" (novo livro da Sophia) chegue aqui logo! O que podemos esperar do seu novo livro?

Sophia - Espero que sim também! O novo livro é bastante diferente. Uma menina chamada Ted é sondada para ser modelo, justamente no momento em que sua irmã mais velha glamorosa é diagnosticada com um tipo de câncer. Ted não pensa em si mesma como uma modelo, mas ela acaba se convencendo a aceitar. É um livro amargo, sobre crescer e descobrir como ser você mesmo e descobrir o que realmente importa para você. Espero que ele também dê às meninas alguns insights sobre os negócios da moda, e que não é tudo de bom, mas não de todo ruim também. Eu sei que tantas meninas secretamente se analisam e queria que elas tivessem mais algumas informações para saberem se vale a pena tentar.

VP - Que conselho você daria para aqueles que querem ser escritores?

Sophia - Basta fazê-lo. É um hobby ou uma carreira fabulosa, mas você só terá sucesso se você ficar realmente bom, e você só vai ficar realmente bom, se você praticar. Ler muito, escrever muito, partilhar o seu trabalho, ousar. Escreva o que quiser, mas aprenda a ser auto-crítico. Então, ser corajoso e apagar os maus bocados! Não imagine que todos os escritores produzem instantaneamente o que você vê na página: editar e editar e editar para fazer brilhar. Você também pode.

VP - Gostaria de enviar uma mensagem para seus fãs brasileiros?

Sophia - Obrigado a todos por seu apoio incrível. Sinceramente, meus fãs brasileiros são uns dos que estão mais distante de mim em Londres, e uns dos melhores! São todos tão generosos em compartilhar sua emoção com os livros e eu sou grata a todos vocês.
 Sophia xxx

Original version

Author of the incredible series of books "Threads" Sophia tells us that before being a writer, as a child, thought of being Olympic gymnast! Talk a little about his new book "The Look" and that the way to becoming a writer can be difficult, but with commitment in the end everything works out. Sophia is super sweet and we love to interview her! Check it out!


VERBOLOGIA PINK - When you realized what wanted to be a writer?

Sophia Bennett - I've almost always wanted to be a writer. When I was about six or seven I liked the idea of being an Olympic gymnast, but that was never going to happen. I was hopeless at handstands - but I was always good at reading. From the age of ten or twelve I wanted to be able to write books one day that were as good as my favourites - English classics like 'Ballet Shoes' and 'The Secret Garden'. I studied languages at university and did loads of different jobs after that, but I was always waiting for the opportunity to write. It took ten years of trying until I got published with Threads. But it was worth the wait.

VP - What is your ritual when writing?

Sophia - It varies. I wish I had a stricter one. In the summer, I try and go to my shed or the local library and work. In winter, I often do it tucked up in bed! I always read over what I've written the day before and make changes. I never really manage to get going properly until near lunchtime, and by 5 in the afternoon my head is full of characters and story - which is just when I have to stop to make tea for my boys! But actually that's a good thing, because it means I can't wait to get back to my characters the next day.

VP - Here in Brazil we have published the first two volumes of the series "Threads". How did the story of Nonie, Edie, Jenny and Crow?

Sophia - How did I get the idea for the story? The idea for Crow - a girl who was a secret fashion designer - came to me from nowhere. I've always been fascinated by costume and fashion, so I wanted to write about it. Then, much later, I saw a poster in the London Underground talking about the Night Walkers in Uganda, and I realised I wanted to write about them too. Originally there were three girls in the story, but then I wanted a fourth one and she became Jenny: the girl who gets to wear the clothes. Jenny is one of my favourite characters to write, because she is quite stubborn and won't always do what she's told (by me). I wanted her to star on a Vogue cover, for example, and she just wouldn't. The second volume in the series was an emotional one to write, because I wanted to highlight the plight of slave children who are forced to make cheap clothes for almost no money. The third book has a different theme entirely. I think it will be a big surprise to fans of the series. I hope they like it, though!

VP - The history of the series "Threads" addresses, in addition to the fabulous world of fashion, social issues in a smooth and exciting at the same time realizes the importance of these themes to the reader. What is your opinion about the importance of these issues for young people?

Sophia - I felt encouraged to write about these themes because I'm a bit of an Edie myself, and they matter to me very much. I have four children and when I told them about the Night Walkers they were horrified too and wanted to help. I realised that we are all the same: we love the glitz and glamour of the Oscars, but we also care about war and poverty in Africa. Since I wrote the series, I get emails from young fans all the time telling me what they are doing to raise money for charity and asking me for ideas. I am so impressed by their commitment, and so proud of them. What I also love is the discovery that young people are very important and influential to big retail companies, like Zara and Nike for example. If they realise that their customers won't shop with them until they operate fair practices, then they change their ways and become more ethical. You are more powerful than you know!

VP - Also, speaking of the series "Threads" for us here in Brazil we are anxiously waiting for the third book in the series, what can you tell us about the book?

Sophia - I don't know yet what the third book will be called in Brazil, but in English it is 'Sequins Stars and Spotlights'. The mood in this book is a bit different, because Nonie, Edie and Jenny are approaching their final school exams and Nonie finally realises that she has to work hard and concentrate! Crow, as always, is flourishing in the fashion world and Nonie is worried that she can't keep up. Meanwhile, Jenny has the chance to star in a musical in the US, and Edie has adventures of her own. Three characters who are very dear to me find love in this book, and I enjoyed writing their stories. I made myself cry a little in the last chapter. I hope my readers do too, but in a good way.

VP - We saw on your site that the series of books is going to TV, how going this project?

Sophia - The trouble with TV and film projects is that a LOT of people need to be involved, and it can take months or years for them to get off the ground. I have just heard that the TV series is still definitely going ahead, but I don't know when it will be filmed. I'm still waiting to find out more. I hope it's soon, because they are a great bunch of people and I'm really looking forward to working with them on it.

VP - We here in the blog are divided between Edie and Jenny! Of the four protagonists of the story, do you could choose one?

Sophia - That is so interesting! Edie is the most like me, Jenny is the most unpredictable and fun to write, Crow is the most talented and special, but I think perhaps my favourite character is Nonie, because she is so upbeat and optimistic, and always so loyal to her friends. I wish I could be more like her sometimes.

VP - Hopefully "The Look" also come here soon! What can we expect on your new book?

Sophia - I hope so too! The new book is quite different. A girl called Ted is scouted to be a model, just at the time when her glamorous older sister is diagnosed with a type of cancer. Ted doesn't think of herself as model material at all, but she gets persuaded to go along with it. It's a bittersweet book, about growing up and finding out how to be yourself and discovering what really matters to you. I hope that it also gives girls some insight into the modelling business, which is not all good, but not all bad either. I know so many girls secretly consider it and wanted them to have some more information to make up their minds about whether it is worth a try.

VP - What advice would you give to those who want to be writers?

Sophia - Just do it. It's a fabulous hobby or career, but you will only be successful if you get really good, and you will only get really good if you practise. Read a lot, write a lot, share your work if you dare. Write whatever you like, but learn how to be self-critical. Then be brave and delete the bad bits! Don't imagine that all writers instantly produce what you see on the page: we edit and edit and edit to make it sparkle. You can, too.

VP - Would you like to send a message to his Brazilian fans?

Sophia - Thank you all for your amazing support. Honestly, my Brazilian fans are some of the furthest away from me in London, and some of the best! You are all so generous about sharing your excitement for the books and I'm grateful to you all. sophia xxx

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

ENTREVISTA: Lisa Lutz, autora da série "The Spellmans"

Uma família cheia de detetives xeretas que se metem uns nas vidas dos outros. Essa é a família Spellman, criada pela autora (que já foi detetive) Lisa Lutz! Lisa é nossa entrevistada de hoje e foi muito antenciosa e paciente com meu inglês ruim :)

Você vai ficar curioso? Corre pra ler!
AH! Acabamos de saber que o quinto volume da série, Trail of the Spellmans, deve ser lançado esse ano nos EUA! O Brasil ainda aguarda o segundo volume.


[Logo abaixo da versão traduzida da entrevista vocês podem conferir a versão original em inglês]
[Bellow the translated version of the interview you can check the original english version]


VERBOLOGIA PINK - Você teve vários trabalhos ... quando decidiu que deveria ser escritora?

Lisa - Eu sempre quis ser escritora, mas precisaram muitos anos até que isso acontecesse. Todos os trabalhos que eu tinha eram para pagar as contas.

VERBOLOGIA PINK - Como o tempo que passou como uma detetive te ajudou a criar o "mundo dos Spellmans"?

Lisa - Trabalhar para uma agência privada de investigação definitivamente inspirou meus romances e me ensinou algumas coisas sobre o trabalho em si. A maior parte do trabalho é bastante aborrecida, razão pela qual eu não tenho assassinatos, sequestros ou outras coisas emocionantes em meus livros.

VERBOLOGIA PINK - Seu site é muito legal. Na sua opinião, qual é a importância da Internet para um escritor?

Lisa - Hoje em dia  um escritor não é apenas um escritor. Ele ou ela tem que ser envolvido na promoção do livro e a maioria de nós aprende sobre o que ler em seguida na internet. Um bom site é realmente importante.

VERBOLOGIA PINK - Ouvimos um pouco sobre os planos para ver os Spellmans nos cinemas. Tem alguma novidade sobre isso?

Lisa - Nós ainda estamos trabalhando para trazer os Spellmans para a telona. Tenho esperança de que possamos fazer algum progresso esse ano.

VERBOLOGIA PINK - Como você se sente tendo seus livros publicados em lugares tão distantes como o Brasil?

Lisa - É muito emocionante saber que meus livros são lidos em outro idioma. É algo que eu nunca pensei possível quando comecei a escrever.

VERBOLOGIA PINK - Gostaria de enviar uma mensagem para seus fãs no Brasil?

Lisa - Eu ainda estou chocada que os meus livros sejam publicados em qualquer lugar, ainda mais no Brasil. Obrigado por lerem minha história, é o que quero lhes dizer!



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A family full of detectives who get nosy about the lives of others. This is the Spellman family, created by the author (who was a detective) Lisa Lutz! Lisa is our interview today and was very helpful and patient with my bad English :)
Will you be curious? Runs to read!



VERBOLOGIA PINK - You had a lot of jobs ... when he decided he should be a writer?

Lisa - I always wanted to be a writer, but it took many years to make it happen. All the jobs I had were to pay the bills.

VERBOLOGIA PINK - Like the time he spent as a detective you helped create the "world of Spelmans"?

Lisa - Working for a private investigative agency definitely inspired my novels and taught me some things about the job itself. Most of the work is quite dull, which is why I don't have murders, kidnappings or things that are very sensation in my books.

VERBOLOGIA PINK - Your site is very cool. In your opinion, what is the importance of the Internet to a writer?

Lisa -These days a writer isn't just a writer. He/she has to be involved in promoting books and most of us learn about what to read next on the internet. A good website is really important.

VERBOLOGIA PINK - We heard a little about the plans to see the Spellman on the big screen. How are things about it?

Lisa - We're still working on bringing the Spellmans to the big screen. I'm hopeful we can make some progress this year.

VERBOLOGIA PINK - How you feel having your books being published in places as far away as Brazil?

Lisa - It's so exciting knowing that my books are read in another language. It's something I never thought possible when I first began writing the novel.

VERBOLOGIA PINK - Would you like to send a message to their fan in Brazil?

Lisa -I'm still shocked that my books are published anywhere, let alone Brazil. Thanks for reading is the message I'd like to send.



Follow Lisa on Twitter:
@lisalutz
http://lisalutz.com/

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ENTREVISTA: Christine M., autora de Sob a Luz dos Seus Olhos

Com o lançamento do seu livro "Sob a luz dos seus olhos" previsto para o primeiro semestre de 2012, a autora Christine M. nos concedeu uma entrevista muito legal, falando sobre sua carreira e sobre seu esperado livro (tanto pela autora quanto para nós leitores).Quer saber um pouco mais sobre a Chris e esse romance diferente? Então, vamos conferir a entrevista!

VERBOLOGIA PINK - Quando você decidiu se tornar escritora?

Christine M. - Decidi ter a escrita como profissão quando me vi mais ou menos na metade de Sob a Luz dos Seus Olhos. Eu só pensava em como conduzir a história. Escrevia em todo o meu tempo livre. Quando não podia, pensava no que escrever. Foi revelador!

VP - Além de escritora, você é professora... como uma profissão tem influenciado a outra?

Christine - Ser professora me ajuda a ter tempo para escrever. Além disso, me deu um domínio maior sobre a Língua, visto que não há maior aprendizado do que o de ensinar.

VP -  Na sua opinião, qual a maior dificuldade para os autores nacionais?

Christine - Conseguir um espaço entre tantas obras estrangeiras. É difícil concorrer com um mercado editorial tão forte, que não apenas trabalha com a Literatura, mas também tem alimentado grande parte da indústria cinematográfica.

VP - Como as redes sociais tem ajudado na divulgação do seu trabalho?

Christine - Em um mundo no qual todos estão conectados não há a menor possibilidade de não acompanhar esse movimento. As redes sociais são fundamentais para a divulgação do livro, já que é um espaço gratuito e de alto alcance.

VP - Como está a expectativa para o lançamento de "Sob a Luz dos seus olhos"? O que dá pra você adiantar pra gente da história?

Christine - A expectativa para o lançamento é grande e deliciosa, afinal, trata-se da realização de um sonho. Sob a luz dos Seus Olhos é uma história de amor intensa e comovente. Gosto de falar de gente, de seus anseios, dúvidas e transformações e não há vertente que mais me agrade do que a do amor.

VP - No livro, Elisa viaja pra Londres... e ouvimos falar sobre vários outros cenários para a história, como foi pra você trabalhar com tantos lugares diferentes na cabeça?

Christine - Os cenários surgem no decorrer da história, por isso eu pensei separadamente em cada um deles, o que deixa o trabalho mais tranquilo.
Eu tinha acabado de voltar da Inglaterra e usei minhas memórias de viagens para construir a parte da trama que acontece em York e Londres. Já as cidades brasileiras são fáceis de serem descritas por fazerem parte da nossa cultura. A parte complicada e que deu mais trabalho de pesquisa foi a Califórnia, que não conheço pessoalmente. Pesquisei muito até encontrar a cidade ideal para testemunhar a história de Paul e Elisa. Depois, precisei estudar a geografia de Santa Mônica para ter certeza de que algumas cenas fossem possíveis.


VP - Pra terminar, vamos ao comercial :), por que os leitores do "Verbologia Pink" não podem deixar de ler "Sob a luz dos seus olhos"?

Christine - Sou leitora desde que me lembro e sei que escolher um livro na prateleira, tê-lo nas mãos e gastar horas com ele é uma relação particular. Por isso, só me resta torcer para que os leitores tenham um bom encontro com o Sob a Luz dos Seus Olhos.
Posso dizer que Sob a Luz dos Seus Olhos foi escrito com muito cuidado e paixão. Depositei nele o meu melhor. Assim, desejo que a minha história seja um daquelas que proporciona bons momentos ao leitor, que você tenha vontade de recomeçar sua leitura assim que ler a palavra “fim”.
Obrigada pelo apoio. Espero que vocês gostem de ler tanto quando eu gostei de escrever a história de Paul e Elisa.

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Book trailer: