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terça-feira, 30 de julho de 2013

The Booktrailer

A sessão The Booktrailers vai contar com os trailers dos nosso livros favoritos. Quer sugerir algum que você acha muito legal? Envie um email para: contatoverbologia@gmail.com com o assunto "The Booktrailers" e participe!
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BT de hoje:
Destrua-me ~ Tahereh Mafi


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domingo, 30 de junho de 2013

Liberta-me ~ Tahereh Mafi

Editora: Novo Conceito
Páginas: 448
Gênero: Distopia
Título Original: Unravel Me
Classificação:


Liberta-me é o segundo livro da trilogia de Tahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaça-me, importava garantir a sobrevivência e fugir das atrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me é possível sentir toda a sensibilidade e tristeza que emanam do coração da heroína, Juliette. Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança, o desejo e o amor. A bela escrita de Tahereh Mafi está de volta ainda mais vigorosa e extasiante.

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"-Você precisa saber que eu sinto muito. Por - ele engole em seco - tê-la beijado daquele jeito. Confesso que não fazia ideia de que você me daria um tiro por isso." - pág. 266
Tudo bem, eu admito. Mudei de ideia outra vez.
Não, meu livro favorito do ano continua sendo Insurgente. Mas, Liberta-me, segundo livro da série Shatter me da Tahereh linda Mafi chegou bem perto de um empate.
O caso é outro minha gente.
Ainda amo o Adam, não se enganem. Eu ainda o amo. Mas, não há como ter o Adam como meu favorito nessa série. Não mais. Não quando temos Warner do outro lado.
EU SEI! EU SEI!
Mas, eu não pude evitar! :)
É o seguinte, como eu disse na resenha de Destrua-me, Tahereh já havia feito com que eu analisasse meu sentimentos pelo personagem.
Nesse segundo volume, que consegue superar o primeiro em reviravoltas e emoção, encontramos Juliette novamente. Dessa vez, nossa protagonista está vivendo com a resistência do Ponto Ômega, pessoas que parecem ser bem parecidas com ela. Todos ali tem um "dom". Mas, ela ainda não sabe onde está sua lealdade. Ainda não se sente em casa... apenas com Adam. Os dois finalmente podem ficar juntos... ou não?
Juliette tem que lidar com seus problemas amorosos e de autoestima, enquanto se prepara para uma verdadeira guerra contra o Restabelecimento e contra Warner, o terrível líder do setor 45.
"Por que alguém aponta o dedo e diz: 'Aqueles são os bandidos. Aqueles homens ali!'. Mate, eles dizem. Mate porque você confia em nós. Mate porque você está lutando no time certo. Mate porque eles são maus e nós somos bons. Mate porque estamos dizendo. Porque algumas pessoas são tão idiotas que pensam mesmo que há grossas linhas em neon separando o bem do mal." - pág 170
Juliette ainda não amadureceu muito quando se trata de seus relacionamentos com outras pessoas, mas não se passou tanto tempo assim desde que ela saiu de sua clausura. Não é fácil passar 17 anos sem ter contato real com ninguém e aprender a lidar com as pessoas assim do nada. Muita gente se irrita com ela por causa disso, mas eu não a julgo. É complicado.
Tahereh continua nos dizendo (sem o uso de quase nenhuma virgula) o que se passa na cabeça da garota. A bagunça que está lá dentro. E isso é muito legal de ver. Juliette está confusa. Novamente. Mas, a gente meio que também fica com o passar das páginas.
Não há dúvida de que O Restabelecimento e seu cruel Supremo não são a melhor escolha para a população maltratada e castigada, mas será que Castle e sua equipe são confiáveis? Será que sabem o que estão fazendo? Será que será preciso mesmo lutar? Além disso, Juliette não quer usar seus poderes para matar ninguém. Ela ainda os considera uma maldição, um motivo para odiar a si mesma e se desculpar com todos. Porém, para minha alegria, Tahereh trás ao centro do palco um personagem que amei no primeiro volume, mas foi pouco explorado. Kenji. Ah! Eu amo o Kenji!
"- Tudo o que faz é ficar sentada e pensar em seus sentimentos. Você tem problemas. Ó, coitadinha - ele diz. - Seus pais a odeiam e é muito difícil, e você tem que usar luvas pelo restante da vida porque mata as pessoas ao tocá-las. Quem se importa?" - pág. 144
Kenji é o tipo de amigo que Juliette precisa nesse momento. Por que há uma guerra acontecendo lá fora e ninguém liga para o fato de que é difícil ser ela. De que ela não sabe o que aconteceu com os pais dela. De que ela odeia seus dons. E muito menos para o fato de que ela está em dúvida sobre a quem pertence seu coração.
"Não posso deixar de pensar que 19 anos é jovem demais para desistir de alguém, que 19 anos de idade é apenas o começo, que é muito cedo para dizer a uma pessoa que ela nunca realizará nada além do mal neste mundo" - pág 295
E Juliette, lá para o finalzinho compreende que precisa reagir.
Há muitos trechos que eu gostaria de colocar nessa resenha. Para justificar minha mudança de opinião e tudo mais, mas não posso fazê-lo sem dar spoilers. Mas, tem MUITOS motivos! Mais precisamente o capítulo 62 inteiro! haha! Vocês deve estar ouvindo falar bastante desse capitulo, mas só... UAU! Você precisam ler o livro! hahaha!
Em questão de escrita, Mafi avançou bastante. Não deixou de usar seus famosos strike outs (thank you God!) que tornam a história diferente e nem usou de pontuações adequadas, outro ponto que dá um charme especial à escrita. Não há pausas nos pensamentos da personagem, então não há muitas vírgulas.
O enredo está nos levando um final que promete ser incrível... aí vem aquela sensação de que a gente quer que chegue logo, mas a tristeza de que não queremos que acabe.
De qualquer forma, que venha o próximo! Por que a curiosidade fala mais alto ;)


UPDATE:
Dedico nosso update musical... ao Warner! ;)
Kanye West ~ Love LockDown

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Destrua-me ~ Tahereh Mafi

Editora: Novo Conceito
Páginas: 70
Gênero: Distopia
Título Original: Destroy Me
Classificação:

Em Estilhaça-me, Juliette escapou do Restabelecimento seduzindo Warner e colocando uma bala em seu ombro. Mas ela vai aprender em Destrua-me que não será fácil escapar de Warner... De volta à base e se recuperando do quase fatal ataque, Warner fará tudo o que estiver ao seu alcance para manter seus soldados em alerta e suprimir qualquer menção de rebelião em seu setor. Ainda obcecado por Juliette, sua prioridade é achá-la, trazê-la de volta e ter de volta Adam e Kenji, os dois traidores que ajudaram-na a escapar. Mas quando o pai de Warner, o Supremo Comandante do Restabelecimento, chega para reparar os erros do filho, fica claro que ele tem planos muito diferentes para Juliette. Planos que Warner simplesmente não aceita.
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Para quem lê esse blog há um tempinho não é novidade meu amor por essa série e pela maravilinda Tahereh Mafi. Quero dizer, essa mulher é um gênio de véu *--* além de ser linda mesmo
E não é que D. Mafi conseguiu uma proeza gigante com uma criatura chata que nem eu? 
Mudar minha opinião não é fácil... e ela não conseguiu! hahaha! Sim, não conseguiu, mas meio que me fez ver as coisas de uma nova perspectiva. 
Em minha resenha do melhor livro de 2012 Estilhaça-me usei as seguintes palavras para descrever o vilão (?) Warner:
"Temos também o vilão da história, que tem conquistado alguns corações, mas que a mim só deu nojo. Seu nome é Warner. Ele é odioso e nojento, como todo bom vilão." ~ eu, na resenha
Aqui está a pequenina, porém significativa, mudança de pensamento: Warner não é tão mal assim.
E, se você é uma Team Adam (meio The Voice isso) de coração, como eu, talvez devesse também dar à Warner o benefício da dúvida. Não é fácil ser o cruel líder do setor 45.
Na maior parte do tempo, é um saco.
Enfim, Destrua-me conta o ponto de vista de Warner sobre a história de Tahereh Mafi e eu fiquei arrasada de só termos 70 páginas. Estou louca pra ler Liberta-me, mais do que nunca!
Conhecemos os pensamentos mais profundos de Warner e seus verdadeiros sentimentos por Juliette.
"E ainda assim nunca havia experimentado esse sentimento terrível, horrível e paralisante. Me sinto aleijado. Desesperado e fora de controle. E está ficando pior. Todos os dias me sinto doente. Vazio e ferido por dentro. O amor é um cretino perverso e sem coração. Estou ficando louco." - pág. 81
Tem aquela coisa de "amor beirando a loucura", que é como a maioria dos vilões da literatura amam. Ele precisa possui Juliette. Precisa tê-la de volta. E, agora precisa protegê-la do próprio pai.
O Seboso Supremo do Restabelecimento é boçal megalomaníaco. Eu fiquei com uma pulga atrás da orelha do tamanho de uma paca (desculpem se essa frase ficou idiota) com ele. Mas, não falarei das minhas suspeitas nessa resenha.
Tahereh continua escrevendo tão bem que dói. As 70 páginas me pareceram 7. Sou fã e ponto!

PS: Destrua-me é leitura obrigatória para os fãs da série.
E a Novo Conceito sabe disso!
Por esse motivo, a Editora disponibilizou para seus leitores o download gratuito da obra. Isso mesmo!


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