quinta-feira, 9 de maio de 2013

NOVIDADE: Capa linda de MVFS2 :)

Mais uma capa linda para a coleção de Paula Pimenta!
Olha que fofinha a capa da 2ª Temporada de "Minha vida fora de série" *o*


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NOVIDADE: Allegiant agora tem capa oficial!

Olha que coisa linda minha gente!
O último livro da série Divergente já tem sua capinha oficial *--* Quem curte?


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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Free Four ~ Veronica Roth (Divergente 1.1)

*contém spoilers de Divergente*


Acabo de ler esse presente da Rocco para os fãs da série Divergente e estou tipo:
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! EU QUERO MAAAAAAAAIS!
Você pode conferir o ponto de vista de Quatro para o capítulo 13. Se você ainda não leu Divergente... vá ler pelamor! No conto disponibilizado pela editora, temos a famigerada cena das "facas ao alvo", além de pequenos comentários deliciosos de Tobias sobre seus sentimentos por Tris e seu passado. Para arrasar o coração dos fãs...

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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Destrua-me ~ Tahereh Mafi

Editora: Novo Conceito
Páginas: 70
Gênero: Distopia
Título Original: Destroy Me
Classificação:

Em Estilhaça-me, Juliette escapou do Restabelecimento seduzindo Warner e colocando uma bala em seu ombro. Mas ela vai aprender em Destrua-me que não será fácil escapar de Warner... De volta à base e se recuperando do quase fatal ataque, Warner fará tudo o que estiver ao seu alcance para manter seus soldados em alerta e suprimir qualquer menção de rebelião em seu setor. Ainda obcecado por Juliette, sua prioridade é achá-la, trazê-la de volta e ter de volta Adam e Kenji, os dois traidores que ajudaram-na a escapar. Mas quando o pai de Warner, o Supremo Comandante do Restabelecimento, chega para reparar os erros do filho, fica claro que ele tem planos muito diferentes para Juliette. Planos que Warner simplesmente não aceita.
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Para quem lê esse blog há um tempinho não é novidade meu amor por essa série e pela maravilinda Tahereh Mafi. Quero dizer, essa mulher é um gênio de véu *--* além de ser linda mesmo
E não é que D. Mafi conseguiu uma proeza gigante com uma criatura chata que nem eu? 
Mudar minha opinião não é fácil... e ela não conseguiu! hahaha! Sim, não conseguiu, mas meio que me fez ver as coisas de uma nova perspectiva. 
Em minha resenha do melhor livro de 2012 Estilhaça-me usei as seguintes palavras para descrever o vilão (?) Warner:
"Temos também o vilão da história, que tem conquistado alguns corações, mas que a mim só deu nojo. Seu nome é Warner. Ele é odioso e nojento, como todo bom vilão." ~ eu, na resenha
Aqui está a pequenina, porém significativa, mudança de pensamento: Warner não é tão mal assim.
E, se você é uma Team Adam (meio The Voice isso) de coração, como eu, talvez devesse também dar à Warner o benefício da dúvida. Não é fácil ser o cruel líder do setor 45.
Na maior parte do tempo, é um saco.
Enfim, Destrua-me conta o ponto de vista de Warner sobre a história de Tahereh Mafi e eu fiquei arrasada de só termos 70 páginas. Estou louca pra ler Liberta-me, mais do que nunca!
Conhecemos os pensamentos mais profundos de Warner e seus verdadeiros sentimentos por Juliette.
"E ainda assim nunca havia experimentado esse sentimento terrível, horrível e paralisante. Me sinto aleijado. Desesperado e fora de controle. E está ficando pior. Todos os dias me sinto doente. Vazio e ferido por dentro. O amor é um cretino perverso e sem coração. Estou ficando louco." - pág. 81
Tem aquela coisa de "amor beirando a loucura", que é como a maioria dos vilões da literatura amam. Ele precisa possui Juliette. Precisa tê-la de volta. E, agora precisa protegê-la do próprio pai.
O Seboso Supremo do Restabelecimento é boçal megalomaníaco. Eu fiquei com uma pulga atrás da orelha do tamanho de uma paca (desculpem se essa frase ficou idiota) com ele. Mas, não falarei das minhas suspeitas nessa resenha.
Tahereh continua escrevendo tão bem que dói. As 70 páginas me pareceram 7. Sou fã e ponto!

PS: Destrua-me é leitura obrigatória para os fãs da série.
E a Novo Conceito sabe disso!
Por esse motivo, a Editora disponibilizou para seus leitores o download gratuito da obra. Isso mesmo!


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sábado, 4 de maio de 2013

Our Friends #13

Essa é a sessão do blog onde vocês irão encontrar as últimas novidades sobre nossos amigos autores. Para ler notícias anteriores basta entrar na página "autores amigos" onde vai encontrar o link. Siga também nossa lista "Autores Amigos" no twitter! (http://bit.ly/nOBNLy)

Nossa amiga Michelem Fernandes tem um convite especial para os leitores do Rio de Janeiro!



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O Teorema Katherine ~ John Green

Editora: Intrínseca
Páginas: 304
Gênero: Comédia Romântica
Título original: An Abundance of Katherines
Classificação:
 
Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.
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Quando eu era pequena, gostava de ser "a" diferente.
Colocava lacinhos em minhas meias, ouvia bandas que ninguém conhecia (e quando todo mundo começava a gostar eu deixava de gostar), pesquisava palavras novas no dicionário pra ser única a usá-las, torcia para times rivais. Enfim, eu era do-contra.
Eu ainda continuo um pouquinho assim.
É por esse motivo que, quando me indicaram ler Scott Westerfeld comecei com "Tão Ontem" e não com "Feios". É por isso que quando me indicaram a Jane Austen escolhi ler "Razão e Sensibilidade" e não "Orgulho e Preconceito". Também fui apresentada à Meg Cabot por seu "Ídolo Teen" e não pela série da Princesa Mia. E, é por isso que comecei a ler John Green com "O Teorema Katherine" sem ler "A Culpa é das Estrelas".
Pois é.
Esse papo todo é pra dizer: Cara, que trem bom demais da conta esse livro!
John Green é um gênio. Ele escreve tão maravilhosamente que, mesmo lendo no computador, eu ficava procurando o livro em cada canto que eu me encostava.
Aí pensava: Droga! Não tenho o livro físico! 
E isso aconteceu bastante. Sério.
É um livro com diálogos rápidos, inteligentes e carregados de tanta ironia bacana (nem toda ironia é legal) que você nem sente as páginas passarem. Você simplesmente as devora com os olhos.
"Que fique registrado que foi Colin quem inventou o nome. Os outros chamavam aquilo de “O Alongamento”, mas aí, certa vez, quando estavam prestes a atacá-lo, Colin gritou: “Não façam o Abdominável Homem das Neves comigo!” Foi um nome tão inteligente que pegou."
~ nota de rodapé, capítulo 3
A história gira em torno de Colin Singleton, um garoto prodígio que está sentindo que não é tão inteligente assim, afinal das contas. Como pode um cara tão jovem ter entrado e saído (por ser chutado) de relacionamentos tantas vezes e, ainda mais, só com garotas chamadas Katherine?
Colin está na maior fossa, jogadão no tapete e sentindo pena de si mesmo quando entra em cena seu melhor amigo, o muçulmano Hassan. E não sei qual dos dois amei mais.
"Hassan e Colin permaneceram imóveis e começaram um diálogo acelerado. Hassan:
 — Eu sou um aluno de intercâmbio kuwaitiano; meu pai é um barão do petróleo. Colin fez que não com a cabeça.
 — Óbvio demais. Eu sou espanhol. Refugiado. Meus pais foram assassinados por separatistas bascos.
— Eu não sei se basco é uma coisa ou uma pessoa, e eles também não vão saber, então: não. Tá, eu acabei de chegar aos Estados Unidos vindo de Honduras. Meu nome é Miguel. Meus pais ficaram ricos com plantações de bananas e você é meu guarda-costas porque o sindicato dos trabalhadores dos bananais me quer morto. Colin retrucou de bate-pronto.
— Essa é uma boa ideia, mas você não fala espanhol. Tá, eu fui sequestrado por esquimós no território Yukon… não, essa não cola. Nós somos primos franceses em visita aos Estados Unidos pela primeira vez na vida. Essa é nossa viagem de formatura do ensino médio.
— Isso é meio sem graça, mas estamos sem tempo. Só eu falo inglês? — Hassan perguntou.
— Tá. Pode ser." - pág. 48
Hassan arrasta Colin para uma viagem de carro sem rumo definido para consertar seu coração partido. Depois de irem parar mais longe do que imaginavam eles acabam dando de cara com uma exposição inusitada em uma cidadezinha do interior. Beeeeeem do interior mesmo. Gutshot.
É lá que os garoto conhecem o terceiro, e não menos importante, elemento do grupo. Lindsey.
"Ela saiu de trás do balcão. Baixa. Magra. O rosto mais interessante que bonito.
— Meu nome é Colin Singleton — ele disse para a guia turística/caixa de mercearia.
— Lindsey Lee Wells — ela falou, estendendo a mão pequena, as unhas com um esmalte corde- rosa cintilante descascado.
Ele apertou a mão dela, que então se virou para Hassan.
— Hassan Harbish. Muçulmano sunita. Não terrorista.
— Lindsey Lee Wells. Metodista. Também não." - pág. 31
 Colin decide então provar, por meio de um Teorema, que é possível prever a duração de cada relacionamento romântico existente. Início, meio e fim.
Eu amei tanto o Colin que fiquei com aquela ansiedade do meio para o fim do livro, sem nem saber o final, de que a história não podia acabar naquelas páginas. A história de Colin merecia mais um livro! Mas, não. O final é totalmente satisfatório pra ele. Hassan também é incrível. Um garoto que todo mundo iria querer ter como melhor amigo. Divertido, sem noção, carinhoso (do jeitão dele lá). A Lindsey também é legal. Dei muita risada com as falas dela. E me emocionei com sua capacidade crítica de autoanalise. Sim, temos isso em um livro de comédia. Reflexões sobre a vida, a juventude e o futuro.
É possível ser jovem e saber o que quer. Os jovens dessa história sabem.
Colin que ser importante. Deixar sua marca no mundo. Lindsey quer ter uma vida tranquila. Hassan quer deixar a vida lhe levar, sem levar nada a sério.
Os outros personagens fizeram um pano de fundo muito legal. Hollis, a mãe de Lindsey, é muito louca, mas eu a amei. Os velhotes, a turma de Lindsey, os pais de Colin, os pais de Hassan, as Katherines... todos contribuíram para a história ser tão rica e completa.
Sem dúvida, acaba de substituir minha preferência anterior e se tornando meu livro favorito de 2013.
Eu amei esse livro.
John é um cara simpático e bem humorado. Seus livros são iguais.
Mal posso esperar para ler mais coisas deles, mas não sei se já vou de "A Culpa é das Estrelas" não. Lembre-se que sou do contra! Acho que vou ler "Quem é você, Alasca?" Só pra contrariar ;)
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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Top Comentarista Maio


Para quem estava com saudade de ter TOP COMENTARISTA por aqui... lá vamos nós!
No mês de Maio vamos premiar o nosso leitor comentador com o livro "Apegados" e um kit de mimos bem legal. Tá afim? Então, comece a comentar!
Os posts válidos para comentário estarão com o selinho de sempre:
Você clica no bichinho e é direcionado para o formulário de participação.
A cada comentário, preencha o formulário para validá-lo.

Regrinhas:
  • Ser seguidor do blog
  • Ter endereço de entrega no Brasil
  • Um comentário por postagem
  • A promoção começa no próximo post com o selinho!

Resumo do Livro:
 "Cada vez mais fazemos uso da pesquisa científica para conquistar melhor qualidade de vida. Sabemos o que devemos ou não comer, conhecemos o tipo de exercício que devemos praticar e por quanto tempo devemos fazê-lo, aprendemos alternativas viáveis para conquistar o sono revigorante... No entanto, nossos relacionamentos amorosos, parte importante de nossa vida, não parecem tão avaliados e estudados. Geralmente temos a sensação de que essa coisa de amor é um assunto da sorte. Mas será possível que a ciência explique por que algumas relações são produtivas e enriquecedoras, enquanto outras nos deixam perturbados e alienados? Pode a ciência explicar como muitos criam vínculos amáveis sem esforço algum, enquanto outros têm que lutar tanto pelo amor? Para o psiquiatra Amir Levine e a psicóloga Rachel Heller, a resposta é um evidente “sim”. Em "Apegados" — livro baseado nas pesquisas da Teoria do Apego, de John Bowlby —, os autores revelam como compreender os mecanismos de afeição que se criam entre os adultos, o que certamente nos ajudará a encontrar e a manter o amor."